Liberte-se do flúor

O flúor não é o ingrediente que limpa os dentes. O único papel do fluoreto é envenenar as bactérias (e você também). A exposição a substâncias neurotóxicas como o flúor podem causar doenças muito graves e também perda generalizada de QI. Há mais de 30 estudos que mostram que o flúor reduz a absorção de informações e a memória.

O flúor é um elemento químico situado no grupo dos halogêneos da tabela periódica. Dentro do aspecto industrial, o flúor é utilizado na fabricação de compostos orgânicos destinados para as mais variadas aplicações, tais como plásticos resistentes a temperaturas elevadas (teflon), produtos farmacêuticos, creme dental, em produtos relacionados a práticas agrícolas, produção e alumínio, entre outros usos.
Esse halogêneo é abundante na crosta terrestre e, apesar da sua evidente utilidade para o setor industrial, acarreta malefícios ao organismo humano.

O flúor é considerado o elemento mais eletronegativo e o mais reativo do grupo dos não metais. Além disso, ele constitui substâncias químicas ao se ligar com praticamente todos os demais elementos, inclusive os gases nobres xenônio e radônio. De forma geral, sem a presença de luz e submetido a temperaturas menos elevadas, o flúor reage com o hidrogênio por meio de explosão. Esse elemento químico sempre é obtido na natureza combinado com outros elementos e apresenta uma significativa afinidade com eles, principalmente o silício.

OS MALEFÍCIOS CAUSADOS PELO FLÚOR
Ainda que o seu uso seja pertinente para a indústria, o flúor deve ser manipulado com cuidado, pois estudos atestam que esse elemento é altamente tóxico e acarreta vários malefícios.

Entre esses malefícios é citado o hipertireoidismo, problema na glândula tireoide, localizada no pescoço, logo abaixo da laringe. Essa glândula tem a função de produzir hormônios essenciais para o bom funcionamento do metabolismo no corpo humano.

Caso a glândula tireoide produza hormônios em excesso, o indivíduo sofre então de hipertireoidismo e as consequências para o organismo são a perda de peso, fraqueza muscular, osteoporose (doença que atinge a estrutura óssea), transtornos cardíacos, entre outros problemas.

A utilização de flúor na água, por exemplo, pode ocasionar transtornos de ordem orgânica e mental nos indivíduos. Além disso, possui propriedades cancerígenas.

O FLÚOR NA ODONTOLOGIA
O flúor é muito associado à odontologia por ser eficiente contra as cáries. De fato, ele inibe vários micro-organismos causadores de cáries e outros problemas dentários justamente por causa das suas propriedades tóxicas e bactericidas. Por isso, o excesso de flúor no tratamento odontológico ocasiona a fluorose dentária, que consiste em manchas simétricas e de coloração branca entre os dentes.
Esse transtorno é bastante comum em países e regiões onde a água é fluoretada, ou seja, apresenta uma alta concentração de flúor.

Além da água, o flúor é um elemento químico que pode ser detectado em inúmeros alimentos, tais como frutos do mar, refrigerante, peixe e também na carne bovina.

A toxicidade do flúor pode se apresentar de forma aguda, nesse caso, elevada quantidade de flúor é ingerida de uma só vez. Quando a toxicidade é crônica, pequenas quantidades são ingeridas de forma contínua. A toxicidade aguda pode variar desde um simples transtorno gastrointestinal até mesmo uma grave parada respiratória e, por consequência, a morte.

Em sua forma crônica, a toxicidade do flúor possui a capacidade de atingir os tecidos mineralizados que constituem o organismo, tais como os ossos e os dentes, acarretando também a chamada fluorose óssea.

Dentro desse paradigma, setores da comunidade científica e da saúde já questionam o uso do flúor no abastecimento de água.



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